sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Dia da Consciência Negra



Em 20 de Novembro recordamos Zumbi dos Palmares, símbolo de resistência e coragem que serviu e serve de exemplo para todos nós.
Viva a liberdade e o acesso a uma vida digna para todos. Diga não a todo tipo de opressão. Não deixe o sonho de Zumbi morrer

Feira de Conhecimentos 2010: cultura, conhecimento e tecnologias


Neste sábado, dia 20/11, a Escola Zequinha Barreto convida toda a comunidade para participar de sua Feira de Conhecimentos, cuja temática de projetos aborda em sua maioria o tema tecnologias e conhecimento.

O horário de realização será a partir das 8h.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Quem foi Zequinha Barreto



José Campos Barreto: um lutador socialista!
Nascido na Bahia, no ano de 1945, José Campos Barreto, o Zequinha, era primogênito do casal José e Adelaide. Sua mãe, muito religiosa, o mandou aos 13 anos, para o Seminário de Guaranhuns, em Pernambuco. Com os padres aprendeu latim, francês e inglês. Depois de quatro anos, abandona a vida religiosa e volta para a casa dos pais. Em 1964, viaja para São Paulo, onde estuda e trabalha.

Atua no movimento estudantil e é eleito presidente do Circulo Estudantil Osasquense (CEO). Trabalhando em fábricas, se aproxima de um grupo de estudantes-operários ligados à Vanguarda Popular Revolucionária (VPR). No 1º de maio de 1968, participa da manifestação organizada por trabalhadores e agrupamentos da esquerda contra a ditadura militar, na Praça da Sé, em São Paulo.

Depois de atingir com pedras o governador do Estado, Abreu Sodré, e incendiar o palanque em que ele se encontrava, os manifestantes saem em passeata até a Praça da República, onde se improvisa um comício. É de Zequinha o discurso principal.

Em julho daquele ano, eclode a histórica greve dos operários de Osasco, que é reprimida com violência pela polícia. Zequinha que trabalhava na Cobrasma, foi um dos principais lideres do movimento. Durante a desocupação da Cobrasma foram presos em torno de 60 operários, porém todos foram soltos alguns dias depois, com exceção de Zequinha que ficou 98 dias preso, tendo sido barbaramente torturado.

Solto, volta a militar na VPR, indo morar em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Em 1970, está no MR-8. Propõe à organização a realização de um trabalho político junto aos camponeses de sua terra natal, Buruti Cristalino, com vistas à implementação da guerrilha rural. Juntam-se a ele seus irmãos Otoniel e Olderico, assim como Luís Antonio Santa Bárbara, João Lopes Salgado e o Capitão Carlos Lamarca.

Zequinha Barreto foi assassinado, junto com o comandante Lamarca, crivados de balas por agentes da ditadura militar, no dia 17 de setembro de 1971 no Sertão da Bahia, estava com 26 anos de idade.

Fonte: http://zequinhabarreto.org.br/?page_id=141